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IN RAINBOWS
Janeiro 17, 2008 · 2 Comentários
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Etiquetado: discbox, discos, felicidade, in rainbows, radiohead
inrainbowsinrainbowsinrainbows
Dezembro 12, 2007 · Deixe um comentário
Hello,
Just to let you know…
Your “In Rainbows” discbox has now left w.a.s.t.e. in the UK.
It is now too late to make address changes or order cancellations.
You can expect delivery of your discbox in the following estimated times.
UK 1-8 days
Europe 3 -14 days
Rest of World 5-18 days
December is a busy time of year for postal services globally, so please be patient.
We thank you for your custom and hope you enjoy your discbox when you receive it.
Best wishes.
us @ w.a.s.t.e.
XDDDDD
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pobreza strikes back
Dezembro 6, 2007 · Deixe um comentário
comprei a discbox.
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o Festival do Rio, o incêndio, o Radiohead e o resto
Outubro 7, 2007 · 2 Comentários
Enfim…
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O Festival do Rio acabou e o saldo foi bom, mas acho que um pouco inferior ao ano passado. Estava mais vazio, a seleção de filmes brasileiros estava menos quentes e quase toda atenção ficou com o “Tropa de Elite”, que eu não vi. (E já estreou. E estou com preguiça de ir até o cinema). Tiveram grandes filmes (“Control” e “Sonhando Acordado”, principalmente), claro, mas acho que faltou uma grande surpresa, como foi o “Proibido Proibir” ano passado. Uma penca de filmes eu não vi por que vão para o circuitão e vários outros por que a preguiça me impediu (“Paranoid Park”, “Kurt Cobain: Retrato de Uma Ausência”, “Déficit” e “A Era da Inocência”). De qualquer forma seguem as últimas mini-resenhas e a lista final. Eu ia tirar uma foto bacana com todas as entradas. Não tirei.
- “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” (Cristian Mungiu, 2007) – Nota: 8,5
É muito triste e muito forte. Mungiu levou a Palma de Ouro exatamente por conseguir extrair grande beleza desse mundo cão. Bela e inusitada fotografia.
- “Controle, A História de Ian Curtis” (Anton Corbjin, 2007) – Nota: 10,0
É tão maravilhoso quanto se espera. Não vale falar que é uma ótima história. É impressionante ver o quanto da fotografia Corbjin trouxe para o cinema, às vezes parece que o filme ~soa fotos em movimento de tão impactantes que são. Não tinha como dar erado e não deu.
- “O Búfalo Da Noite” (Jorge Hernandez Aldana, 2007) – Nota: 3,0
É um daqueles filmes que você sabe que alguém errou, mas não dá para precisar exatamente quem. O roteiro é confuso, vai e volta no tempo, se perde em tentar fazer o espectador acreditar que o filme é sobre outra coisa que não sobre a loucura. A direção também se perde na tentativa de fazer o do filme um thirller, um filme de terror, de suspense, para no final o filme não ser nada mais do que um romance poético. Difícil aceitar um filme cujo ponto forte é a trilha do Mars Volta.
- “I’m Not There” (Todd Haynes, 2007) – Nota: 9,0
É o filme-biografia mais interessante formalmente que você vai ver em muito tempo. Todd Haynes estilhaça Dylan em 6 personas diferentes para fazer disso uma grande investigação do mito, e não da pessoa. Não é um filme sobre Robert Allen Zimmerman (para isso, veja o “No Direction Home” do Scorcese), é sobre Dylan, ou melhor, é sobre a mania da cultura pop de construir seus próprios ídolos.
FESTIVAL DO RIO 2007 – Lista Final
1) “Controle, a História de Ian Curtis” (Anton Corbjin, 2007) – 10,0
2) “Sonhando Acordado” (Michel Gondry, 2006) – 10,0
3) “O Expresso Darjeeing” (Wes Anderson, 2007) – 9,5
4) “I’m Not There” (Todd Haynes, 2007) – 9,0
5) “A Via Láctea” (Lina Chamie, 2007) – 9,0
6) “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” (Cristian Mungiu, 2007) – 8,5
7) “Annie Leibovitz: Vidas Retratadas” (Barbara Leibovitz, 2007) – 8,5
8) “Império dos Sonhos” (David Lynch, 2007) – 8,0
9) “Cashback” (Sean Willis, 2006) – 8,0
10) “Shortbus” (John Cameron Mitchell, 2006) – 7,5
11) “Antiga Alegria” (Kelly Reichardt, 2006) – 6,5
12) “Em Paris” (Christophe Honoré, 2006) – 4,5
13) “I’m A Cyborg, But That’s OK” (Chan-wook Park, 2006) – 3,5
14) “O Búfalo da Noite” (Jorge Hernandez Aldana, 2007) – Nota: 3,0
15) “Garçonete” (Adrienne Shelly, 2007) – Nota: 1,0
16) “Onde Andará Dulce Veiga?” (Guilherme de Almeida Prado, 2007) – Nota: zero
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A UERJ pegou fogo. É, fogo. Com direito a bombeiros, plantão na Globo e vários fotos que parecem vindas do Iraque. Segundo o reitor e o diretor do minha faculdade, a situação está normalizada, depois de uma semana. As aulas voltam segunda. Detalhe: o laudo final só sai em 30 dias. Ou seja, a idéia é arriscarmos nossas vidas durante um mês, saca?
Justo agora que as coisas pareciam estar no caminho certo.
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Além disso tem o disco do Radiohead. Eu fico feliz de ter feito uma das primeiras matérias (a primeira?) do Brasil sobre o disco, tipo dez horas da noite de domingo passado. Fiquei muito empolgado com toda história do “quer pagar quanto?” e isso de certa forma foi a causa da minha decepção. A reação ficou muito aquém do esperado, tanto do público comum, quanto do especializado. Parece que todo mundo ficou “ah, o Radiohead vai lançar um novo disco. ok, sigamos com nossas vidas”.
Ninguém está se ligando ao fato de que a banda mais importante do mundo acaba de se por forada maneira que a música pop é comercializada desde de seu início. Para o Radiohead, não há mais gravadoras. E é você quem decide quanto vale a música deles. A indústria fonográfica acabou, e quem está dizendo isso é só o Radiohead.
E, oras, é o disco novo do Radiohead.
By the way, eu não paguei nada pelo disco. Queria a tal da DISCBOX, mas esse mês a grana está curta.
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Planeta Terra dia 10 de novembro, LCD Soundsystem e The Field no dia 13.
Partiu São Paulo. Quase confirmadão.
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Essa opinião é da minha mãe, e nos últimos dias tenho concordado com ela: preciso cuidar mais de mim.
Não é?
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“Gotta find my destiny, before it gets too late.”
(“24 Hours”, Joy Division)
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