perdido no supermercado

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CORRÃO!!! (comigo)

Novembro 16, 2008 · 3 Comentários

É, eu tô numas de correr de manhã (HAHA, não ria) e decidi fazer minha própria Runnin’ Mixtape. Selecionei coisas me fizessem continuar correndo (ou seja, músicas agitadas ou semi-agitadas), mas que também fizessem algum, ah, sentido emocional. Sabe, saco-mor acordar cedo para me exercitar, então fiz escolhas que fossem, uhm, reconfortantes.

16 faixas, 73′37” de música e acho que ficou boa. Se pans, coloco num rapidshare da vida logo mais.

Too Too Too Fast! It’s The Livio’s Runnin’ Mixtape!

1) TV On The Radio – Halfway home
2) The Beatles – Good morning, good morning
3) Oasis – Morning glory
4) The Last Shadow Puppets – The age of the understament
5) R.E.M. – Living well is the best revenge
6) The Futureheads – The begging of the twist
7) Maxïmo Park – The coast is always changing
8) The Cardigans – I need some fine wine and you need to be nicer
9) Ra Ra Riot – Too too too fast
10) The Hold Steady – Constructive summer
11) The Strokes – Reptilia
12) Franz Ferdinand – You could have it so much better
13) Radiohead – Weird fishes/Arpeggi
14) New Order – Ceremony
15) Cut Copy – Unforgettable season
16) LCD Soundsystem – All my friends

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what happens when you lose EVERYTHING?

Junho 29, 2008 · Deixe um comentário

You just star again.
You start all over again.

Às vezes eu me esqueço do quanto gosto desse disco.

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Os 50 Melhores Discos de 2007

Março 30, 2008 · 2 Comentários

01) “Sound Of Silver”, LCD Soundsystem

02) “In Rainbows”, Radiohead
03) “Boxer”, The National
04) “Vanguart”, Vanguart
05) “Person Pitch”, Panda Bear
06) “The Magic Position”, Patrick Wolf
07) “Andorra”, Caribou
08) “A Amarga Sinfonia Do Superstar”, Superguidis
09) “Neon Bible”, The Arcade Fire
10) “Our Earthly Pleasures”, Maxïmo Park

11) “Sky Blue Sky”, Wilco
12) “Ga Ga Ga Ga Ga”, Spoon
13) “Favorite Worst Nightmare”, Arctic Monkeys
14) “The Cool”, Lupe Fiasco
15) “Let’s Stay Friends”, Les Savy Fav
16) “The Stage Names”, Okkervil River
17) “Voxtrot”, Voxtrot
18) “Strawberry Jam”, Animal Collective
19) “The Reminder”, Feist
20) “Night Falls Over Kortedala”, Jens Lekman
21) “Rise Above”, Dirty Projectors
22) “Beyond”, Dinosaur Jr.
23) “Simulacro”, China
24) “Marry Me”, St. Vincent
25) “Carnaval Só Ano Que Vem”, Orquestra Imperial
26) “Magic”, Bruce Springsteen
27) “Hissing Fauna, Are You The Destroyer?”, Of Montreal
28) “From Here We Go Sublime”, The Field
29) “Liars”, Liars
30) “Myth Takes”, !!!
31) “Attack Decay Sustain Release”, Simian Mobile Disco
32) “Myths Of Near Future”, Klaxons
33) “Tones Of Town”, Field Music
34) “A Guide To Love, Loss And Desperation”, The Wombats
35) “Overpowered”, Roísín Murphy
36) “Armchair Apocrypha”, Andrew Bird
37) “Cease To Begin”, Band Of Horses
38) “Challengers”, The New Pornographers
39) “Easy Tiger”, Ryan Adams
40) “Disco Paralelo”, Ludov
41) “Mirroed”, Battles
42) “Era Vulgaris”, Queens Of The Stone Age
43) “Kala”, M.I.A.
44) “Lust Lust Lust”, The Raveonettes
45) “Because Of The Times”, Kings Of Leon
46) “Chega De Falsas Promessas”, Canastra
47) “Untrue”, Burial
48) “Icky Thump”, The White Stripes
49) “23”, Blonde Redhead
50) “Cassadaga”, Bright Eyes

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Melhores Músicas de 2007: 20 – 11

Março 15, 2008 · 4 Comentários

20) “Stars”
Patrick Wolf
Depois de dois bons mas irrgulares discos, Patrick Wolf voltou com um álbum que é perfeito nas misturas de folk, eletrônica e pop old school que marca a carreira do cara. “Stars”, penúltima faixa de “The Magic Position”, é o melhor exemplo do que ele é capaz de fazer: sintetisadores, violinos e piano caminhando juntos num crescendo de harmonia absurdo, que maximiza o sentimento de alma lavada do álbum e de toda música de Wolf. Novo Bowie? Bem que pode ser.

19) “Make it wit chu”
Queens Of The Stone Age
Depois a psycho-excentricidade chata de parte do “Lullabies To Paralyse”, o QOTSA voltou com um álbum que é um mais do mesmo do começo ao fim, só que dos bons. E cabe a melhor faixa de “Era Vulgaris” resumir o disco e carreira do grupo. Na superfície, é só uma balada soul-rock, mas ouça de perto e você ser invadido por um caleidoscópio de referências, – doses fartas de blues, psicodelia, country, e rock garageiro – tudo costurado pelo melhor vocal de Josh Homme.

18) “1 2 3 4″
Feist
A feel-good-song-of-the-year. Uma melodia feliz, uma interpretação feliz, uma letra feliz, um clipe ultra-feliz, um comercial feliz. Se você não cometeu assassinatos de velhinhas lerdas, xingou a mãe do motorista ao lado, ou mandou o mundo inteiro para aquele lugar, pode ter sido por causa dessa música.

17) “Tears dry on their own”
Amy Winehouse

Para o bem ou para o mal, 2007 foi o ano da Wino. Entre sucesso massivo e a sarjeta, a magrela teve tempo ainda de lançar esse single maravilhoso que ficou em loop por vários e vários meses no cd player aqui de casa. É basicamente o que “Back To Black” tem de melhor: soul sessentista sobre ser um love-junkie, com arestas polidas pela produção caprichada do Mark Ronson.

16) “Atlas”
Battles
O single que puxou o promissor “Mirroed” é um resumo do que fez do Battles umas das coisas mais interessantes do pop em 2007. Não se engane. Assim como a Britney, o Fall Out Boy e os Arctic Monkeys, o Battles é pop. Talvez não da maneira que você estava esperando, mas ainda POP. Em “Atlas”, a banda desmonta o quebra-cabeça do rock setentista (de Can a Led Zeppelin, de Black Sabbath a Gang Of Four), para então transformar a música no melhor rock de arena que apareceu durante o ano. Os meios podem até ser diferentes, mas o fim – galera fazendo air guitar, batendo cabeça e cantando o refrão (?) – é o mesmo de 30 anos atrás.

15) “I’m gonna teach your boyfriend how to dance with you”
Black Kids
Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de dançar e como eu até faço isso adequadamente (eu acho ou as pessoas mentem…). E todo mundo sabe que a minha vida é buscar as pop songs de três minutos. Então, não é difícil entender porque “I’m not gonna teach your boyfriend how to dance with you” é uma das melhores canções do ano passado. Pop perfeito de 3 minutos que junta Smiths, Cure, Strokes com soul music (nova paixão, anota aí) numa letra que fala sobre dançar bem e ainda sim não conseguir a garota que você quer. Clássico, já.

14) “Grip like a vice”
The Go! Team
O Go! Team não é uma única banda, são vários grupos, cada um tocando uma coisa diferente, só que com a mesma formação. Apesar de não ser tão impactante quanto a estréia “Thunder, Lightining And Strike”, o segundo disco do coletivo inglês trouxe essa pérola chamada “Grip like a vice”. Em menos de 4 minutos, o Go! Team junta rock de estádio, girl groups dos anos 60 (via Spice Girls), new rave, Public Enemy e noise rock, sem que em momento algum a bagunça atordoe o ouvinte.

13) “Mistaken for strangers”
The National
Como a ovelha negra que insiste em jogar os podres a família feliz no ventilador, o National foi a banda anti-2007 e tudo que isso respresenta. Não há esperança, não há hedonismo e não há palavras felizes em “Mistaken for strangers”. Estamos tão fodidos que nem nossos amigos nos reconhecem mais, é o que canta a voz cavernosa de Matt Beringer. No som, a determinação de Bruce Springsteen (sempre ele!) encontra a desolação conformada do Joy Division numa das canções mais aterradoras do ano.

12) “You! Me! Dancing!”
Los Campesinos!
Desde que ouvi essa pela primeira vez, achei impossível que alguém no mundo pudesse não gostar dela. “You! Me! Dancing!” é tão feliz, tão entusiasmada com a vida que fica impossível não sorrir quando os três acordes que formam coluna vertebral da música aparecem pela primeira vez. A canção junta New Order, Belle And Sebastian e Guided By Voices em doses equilibradas e a letra…bem, a letra fala sobre dançar, dançar com seus amigos e não ligar para o que os outros pensam disso, mesmo que você não saiba dar um passo na pista. It’s you! It’s me! And there’s dancing! Dá para querer outra coisa?

11) “Your urge”
Maxïmo Park
É o mesmo caso de “Antes que eu me esqueça”, só que “Your urge” está no 11º lugar dessa lista. Balada nervosa que embalou alguns momentos emocionalmente decisivos de 2007. Enough said.

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cafeína ou nada!

Abril 18, 2007 · 3 Comentários

Faculdade, estágios, programa Rumos Itaú Cultural, documentário sobre a TV Muro, coluna, blog, produtora de vídeos, jornal da faculdade, projeto de iniciação científica, choppada, clipe do Maxïmo Park, francês, shows, discos, livros, filmes, viagem com a turma, curso de webdesign,…

Café?

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Ainda não ouvi o disco do Arctic Monkeys, nem o do Manic Street Preachers, nem o do Nine Inch Nails, nem do Travis, nem o da Patti Smith, nem do Simian Mobile Disco nem o do Bright Eyes, nem o do The Field, nem o do…

Café?

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Ainda não vi 300, nem Um Beijo A Mais, nem Sunshine, nem Ventos da Liberdade, nem a cinegrafia completa do Truffaut e do Woody Allen, nem o trailer…

Café?

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Ainda não resolvi nenhuma daqueles problemas emocionais, relacionamentais, filosóficos, familiares, psicológicos, pósmodernos…

Café?

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Café?

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eis o outono…

Abril 1, 2007 · 1 Comentário

Vindo de dois álbuns que insistiam em algum experimentalismo para realçar a força das melodias de Jeff Tweedy, o Wilco de “Sly Blue Sky” aparece sóbrio e, como sempre, dolorosamente belo.

“Sky Blue Sky” é trilha perfeita para esse outono. É música para um domingo à noite depois de uma fim de semana agitado. Verão? Deixa o verão para mais tarde. O álbum traz as mesmas referências uqe fizeram do Wilco uma das bandas mais bacanas de sua geração. Estão aqui: o country-rock, o folk, o blues, as pitadinhas de rock alternativo (R.E.M. e Replacements), o power pop e até um pouco de soul. Jeff Tweedy é gênio, e isso não é só um clichê, como também a mais pura verdade. Tweedy tem o dom de escolher as palavras exatas, as vírgulas corretas e pontos finais precisos para descrever tanto esse sky blue sky quanto nosso heart confused heart. E nas poucas vezes que lhe falta palavras, sobra-lhe melodias. E os melhores solos de guitarra, desde que inventaram solos de guitarra.

O que mais eu preciso nesse outono além de um bom solo de guitarra?

O Outono sempre foi minha estação preferida: sem chuvas, sem calor, sem frio e sem os insetos irritantes da primavera. Ok, faz nenhum sentido falar em outono nesse calor infernal que está fazendo aqui no Rio. Mas eu cresci em Passa Quatro, e lá falar de outono e das outras estações faz pelo menos um pouco de sentido. Se o clima não muda, aqui dentro imperam revoluções. Se os excessos do verão me confundem um tanto, no outono fica tudo bem mais claro. O que é complicado continua complicado, porém se sabe peplo menos o porquê dessa complicação e confusão toda.

Nesse “Sly Blue Sky” não há muito espaço para o cinza das nuvens e da confusão. As melodias e os pensamentos fluem claros, sem escapatória pro coração. Depois de muito esconde-esconde do sol e de tudo, o que resta é escolher o lugar e a palavra (que parecem) certos.

Adeus confusão, o Outono chegou.

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5 músicas para esse outono

“Impossible Germany”, Wilco:

“Uma Alemanha impossível,
Um Japão improvável.
É para isso que o amor serve.
Para nos por num lugar
belo e sozinho
cara a cara”.

A melhor faixa de “Sky Blue Sky” não precisava ter uma letra assim. Mas tem. Ela não precisava ter o melhor solo de guitarra desde “At least that’s what you said” (do prórpio Wilco), mas tem. Ela não deveria ser meu hitzão do outono. Mas é.

“The Golden Age”, Beck:
Essa é o outono inteiro em uma única canção. Do disco triste do Beck, “Sea Change”. “Put you hands on the wheel / let the golden age begin”. Eu obedeço.

“Notice”, Gomez:
O Gomez pode não ser uma grande banda para discos (“Bring It On”, melhor da banda ainda passa longe da perfeição), mas não há como negar que eles sempre colocam umas 3 ou 4 canções fantásticas em cada um deles. “Notice” é uma das três de “How We Operate”, de 2006 (as outras, “Girlshappedlovedrug” e “Charlie Patton songs”) e desde da primeira nota me nocauteou sem muita explicação. Acontece como aconteceu deles te fazerem perder a cabeça por aquela “Tijuana Lady” do “Bring It On”. No caso de “Notice”, eles te fazem perder a cabeça por uma garota que não percebe o que acontece ao seu redor, nem as mentiras que contam pra ela. Acontece.

“Dirty Version” , Voxtrot:

B-side da banda nova prefira da casa, então, coisa séria. Balada lo-fi conduzida por um violão preguiçoso, noises de guitarra e teclado tão sutis que parecem coisa da sua imaginação, além de uma voz feminina mais preguiçosa e sutil que o resto da faixa. “Eu vou de leste à oeste nesse lugar / Meus pés nos seus passos / Gritando mais alto do que um tiro / Eu ainda não terminei com você”. Como disse, coisa muito séria.

“Parisian Skies”, Maxïmo Park:

Punk magoado com pé no freio e letra construída com várias rimas estranhas. Parece pouco, mas me pegou de jeito. Pecado mundando que fecha o disco novo do Maxïmo Park, banda de punk magoado com pé no freio e letras construídas com várias rimas estranhas. Viciante e sem sentido como o Maxïmo Park.

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24/03/2007, 1:00 AM

Março 24, 2007 · Deixe um comentário

Nesse momento deve ser quase 1h da madrugada. Eu não estou na frente de um computador. Ainda divido o PC com minha irmã, e enfim, ele não fica no meu quarto. Escrevo à mão. Irônico.

No som agora toca “Mesmo que mude”, da Bidê Ou Balde. No repeat. Antes já rolaram algumas novas do Maxïmo Park (as doloridas “By the monument” e “Parisian skies”), o disco novo do Rakes (bunda), as duas legais do novo do Kaiser Chiefs (“Ruby”, “Love’s not a competition (but I’m winning)”, além de bastante coisa do debut do Voxtrot. E Bidê Ou Balde.

Não sou fã de Bidê Ou Balde. Dois álbuns OK, um nem tão OK. O que rola agora é o “nem tão OK”. Tem duas músicas bacanas na verdade. E “Mesmo que mude”.

O caso é o seguinte: tive uma conversa de MSN esses dias que estava baseada no refrão de “Mesmo que mude”, e, por mais que a pessoa do outro lado do monitor não soubesse de nada, a conversa toda me fez chegar a algumas conclusões interessantes.

Primeira e óbvia: eu gosto pra caralho de “Mesmo que mude”. É simples, é direta, é docinha, magoadinha. Dá pra dançar. Dá também pra chorar (eeeeeeeemo!). Dá pra sorrir também. E dá pra cantar junto. Pop perfeito. Uma vida inteira em três minutos.

Segunda e menos importante (porque na verdade eu já havia chegado até aqui antes): tem coisa que nunca vão embora. Elas continuam ali, se transformando em outras. Parece brega e muito mais profundo do que é na verdade, mas algumas coisas (“coisas” é para ser mais genérico) são como aquele ciclo da água que a gente aprende em eras imemoriais do ensino fundamental. Á água cai do céu. Vai pro Rio. Chega ao mar. Evapora. E cai de novo. E é a mesma água. Idiota e brega como eu tinha dito, porém um bom exemplo pra exemplificar minha conclusão.

Terceira, última e importante: tá tudo muito fodido. Depois de algumas crises, que mais pareciam falácias de auto-misericórdia entediada (valeu, Moz!). Agora, repito, tá tudo muito fodido. TÃO FODIDO, MAS TÃO FODIDO que te digo que algumas música do New Order tão fazendo um sentido absurdo. Pode (e deve) fazer nenhum sentido (a conclusão de que o New Order tá fazendo sentido, nãoo fato do New Order fazer sentido, saca?), mas pra mim isso é uma situação muito bizarra e realmente desesperadora. Tá tudo muito fodido mesmo.

Tão fodido que eu vou colocar New Order, só de masoquismo. New Order velhão, anos 80, antes da “Substance”. Masoquismo puro.

Afinal, é preciso dar vazão aos sentimentos, mesmo que eles mudem. E o trocadilho foi babacão. Eu sei. Até os trocadilhos tão fodidos.

Rezemos.

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