E tudo mudado ou mudando. Tanta coisa. Tanta coisa mesmo.
Acho que aos poucos eu estou aprendendo a me livrar daquilo que me faz mal. Talvez crescendo, não sei bem. A confusão é a de sempre, mas, enfim, taí um ponto que me define. Eu acho.
Fato é que eu realmente estava com vontade de voltar ao perdido e às minhas crises, e achar uma coisa que eu acreditava ter jogado no lixo há priscas eras só me fez ter mais vontade ainda. A tal coisa, um dia importante, é talvez a melhor mixtape que eu tenha gravado. Uma pena que só eu tenha ouvido, mesmo. Sabe, ela faz um sentido absurdo. É quase lógica e essencialmente kick-ass. Não tem nome, não cheguei a esse ponto. No CD só está escrito “MIXTAPE #02″, por que ela foi a segunda.
Enfim, são essas as últimas canções, para quem se interessa
MIXTAPE #02
1. “Por Entre As Mãos”, Superguidis
2. “You Can Make Him Like You”, The Hold Steady
3. “Crumble”, Dinosaur Jr.
4. “Brainy”, The National
5. “A Girl In Port”, Okkervil River
6. “Heartbeats”, José González
7. “Ballad Of Carol Lynn”, Whiskeytown
8. “Don’t Know Why”, Neil Young
9. “Impossible Germany”, Wilco
10. “Ball And Biscuit”, The White Stripes
11. “Make It Wit Chu”, Queens Of The Stone Age
12. “Antes Que Eu Me Esqueça”, Vanguart
13. “Show Your Hand”, Super Furry Animals
14. “Adelaide”, Mombojó
15. “Fireworks”, Animal Collective
16. “Vapour Trail”, Ride
17. “Little Lover’s So Polite”, Silversun Pickups
18. ” A Certain Romance”, Arctic Monkeys
02) “In Rainbows”, Radiohead
03) “Boxer”, The National
04) “Vanguart”, Vanguart
05) “Person Pitch”, Panda Bear
06) “The Magic Position”, Patrick Wolf
07) “Andorra”, Caribou
08) “A Amarga Sinfonia Do Superstar”, Superguidis
09) “Neon Bible”, The Arcade Fire
10) “Our Earthly Pleasures”, Maxïmo Park
11) “Sky Blue Sky”, Wilco
12) “Ga Ga Ga Ga Ga”, Spoon
13) “Favorite Worst Nightmare”, Arctic Monkeys
14) “The Cool”, Lupe Fiasco
15) “Let’s Stay Friends”, Les Savy Fav
16) “The Stage Names”, Okkervil River
17) “Voxtrot”, Voxtrot
18) “Strawberry Jam”, Animal Collective
19) “The Reminder”, Feist
20) “Night Falls Over Kortedala”, Jens Lekman
21) “Rise Above”, Dirty Projectors
22) “Beyond”, Dinosaur Jr.
23) “Simulacro”, China
24) “Marry Me”, St. Vincent
25) “Carnaval Só Ano Que Vem”, Orquestra Imperial
26) “Magic”, Bruce Springsteen
27) “Hissing Fauna, Are You The Destroyer?”, Of Montreal
28) “From Here We Go Sublime”, The Field
29) “Liars”, Liars
30) “Myth Takes”, !!!
31) “Attack Decay Sustain Release”, Simian Mobile Disco
32) “Myths Of Near Future”, Klaxons
33) “Tones Of Town”, Field Music
34) “A Guide To Love, Loss And Desperation”, The Wombats
35) “Overpowered”, Roísín Murphy
36) “Armchair Apocrypha”, Andrew Bird
37) “Cease To Begin”, Band Of Horses
38) “Challengers”, The New Pornographers
39) “Easy Tiger”, Ryan Adams
40) “Disco Paralelo”, Ludov
41) “Mirroed”, Battles
42) “Era Vulgaris”, Queens Of The Stone Age
43) “Kala”, M.I.A.
44) “Lust Lust Lust”, The Raveonettes
45) “Because Of The Times”, Kings Of Leon
46) “Chega De Falsas Promessas”, Canastra
47) “Untrue”, Burial
48) “Icky Thump”, The White Stripes
49) “23”, Blonde Redhead
50) “Cassadaga”, Bright Eyes
10) “Golden skans”
Klaxons
Enquanto o mundo se concentrava na discussão boba da new rave (existe? não existe? é legal?), os Klaxons preferiram surfar uma outra onda ao invés daquela que eles próprios (supostamente) criaram. Esqueça o disco-punk com influências madchester, “Golden skans” é puro indie-rock psicodélico perfeito. Dá pra dançar, dá pra ouvir na rádio, dá pra bater cabeça no show e também dá pra chacoalhar alguns glowsticks, se for o caso.
09) “D.AN.C.E.”
Justice
Mais que uma música, essa aqui foi quase um fenômeno cultural. O refrão, a palavra de ordem (“do the dance!”, o clipe, os remixes… Tudo em “D.A.N.C.E.” tem um brilho pop capaz de agradar de metaleiros a fashionistas, e colocar todos esses pra dançar na mesma vibe Daft Punk encontrando Jackson 5.
08)“All I need”
Radiohead Foram 15 anos para que o Radiohead lançasse sua canção definitiva sobre amor, desejo e obsessão. “All I need” é “Creep”, “High and dry”, “Climbing up the walls” e “True love waits” em uma única música. O instrumental é bastante simples, uma batida fuleira de trip hop que vai duelando com um sintetizador pesado e distorcido e com notas esparsas de um piano, enquanto a voz canta, disléxica, a letra cheia de imagens estranhas e poderosas. Uma mariposa rodeando a luz no teto, um animal preso num carro, os dias que você escolheu esquecer. No final do segundo refrão, a melodia do piano começa ficar mais forte, até que explode junto com a discreta levada de bateria. É o momento em que “In Rainbows” e o Radiohead se revelam em toda a sua grandeza. É o terror das últimas esperanças presente no refrão de “There’s a light that never goes out” dos Smiths misturado com o êxtase espiritual e idealista de “All is full of love” da Björk. É inefável. Nessa confusão de sentimentos, Yorke mata a charada: “it’s all right, it’s all wrong”.
07) “Bros”
Panda Bear
Provavelmente, os melhores 12 minutos (!) de 2007. Ou seria uma vida inteira encapsulada numa música? Verdade é que “Bros” me fez sentir muito mais do que eu poderia compreender. É como se, mais do samples, o Panda Bear tivesse colado pedaços de memória aqui, onde cada barulho remete a um momento, uma história, uma pessoa. É uma sensação estranha (no começo), mas poucas vezes a estranheza soou tão doce.
Não dá para entender realmente o que os Wombats quiseram com essa música. É só mais um pop de três minutos à Libertines que você já está cansado de ouvir (e dançar). É ordinária, estúpida e incrivelmente grudenta. Mas o que falar do refrão? Thom Yorke fingindo burrice e bom humor? Damon Albarn voltando a ser liricamente relevante? Realmente, ainda não sei como um refrão tão idiota pode sintetisar com tanta perfeição a dualidade ambulante que é viver nos anos 2000. So let’s dance to Joy Division…
Wilco
Jeff Tweedy é um homem de grandes palavras e grandes melodias, não tenha dúvida. E “Impossible Germany” é perfeita, como várias outras do Wilco, nos dois quesitos. Confortavelmente estacionado no anos 70, Tweedy ecoa a sutileza rude de um Neil Young com o polimento pop do country alternativo que ele mesmo inventou no Uncle Tupelo. A letra pode ser construída por uma metáfora estranha (o amor é uma Alemanha impossível?), mas nem por isso deixa de emocionar. Aí chega o solo (coisa de velho, podicrê) e você fica incapacidado de balbuciar qualquer coisa. Então, cada nota da guitarra de Jeff é uma batida do seu coração e todas elas – vou cair num clichê trocadilhesco perigoso, mas foda-se – dizem eu te amo.
04) “Stop me” MP3
Mark Ronson feat. Daniel Merryweather Por essa nem o Morrissey esperava. Quem diria que 20 anos depois, o rockão que foi trilha do fim dos Smiths se transformaria numa das melhores canções soul dos últimos tempos? Passando da crítica à mesmice do pop de 87 ao mal-amor desse 2007, “Stop me” traz a síntese do que Mark Ronson propôs nesses 2 anos de hype: produção caprichada que é tanto sessentista quanto doismilanista, vocal perfeito de algum dos seus protegés e conexões pop – o indie rock com a Motown, o branquelo nerd mal amado com a divas negras duronas e doces do soul – que são a cara desses tempos.
Mesmo que seja baseada num lugar comum bem, uhm, comum (“o que importa é o que te faz abrir os olhos de manhã”), “Para abrir os olhos” ganha na sinceridade. Ainda que envoltos num hype estranho, o Vanguart se entrega como poucos ao que faz e com isso te leva junto na viagem. Entre o niilismo e a esperança, a canção passeia num campo que o pop já visitou várias vezes, – a busca por respostas como sentimento-motriz da vida – só que nesse caso isso é exatamente o que eles querem dizer, sem meias palavras, sem outras interpretações. E isso, não importa se é em 67 ou 2007, sempre funciona.
Animal Collective
Seja pelo vocal de Avey Tare, seja pelo arranjo, seja pela melodia em si, é impossível não perceber que em “Fireworks” o Animal Collective quis ser tão entendido quanto necessário para entrar no inconsciente coletivo. A voz soa clara, expressiva, enquanto o arranjo é ordenado, quase racional. A melodia é brilhante e grudenta como em “Grass” e “Who can win a rabbit?”, mas agora sua jornada aos corações fica facilitada pela ausência do caos distrativos dos outros trabalhos da banda. Ainda um dos poucos quebra-cabeças irresolutos dos anos 2000, Animal Collective fez de “Fireworks” não só momento mais acessível, mas também sua melhor canção, uma daquelas para figurar entres as grandes do nosso tempo.
Poderia ser diferente? No momento em surgiu, lá no finalzinho de 2006/comecinho de 2007, “All my friends” já gritava alto que era uma canção destinada a grandeza: o acorde do piano repetido over-and-over crescendo little-by-little, batalhando com o baixo New Order das antigas (mais “Ceremony” do que “Perfect kiss”), a bateria kraut, os sintetisadores bagaceiros oitentistas e a guitarra indie-rock-raça-pura. Tudo isso costurado por um vocal firme de James Murphy. Ali, quando ainda dávamos os primeiros passos para dentro do ano passado, “All my friends” já era tudo o que precisávamos. Só que aquele refrão, aquela letra, aquele ritmo quase dançande, aquele sentimento de melancolia se transformando em alegria e motivação sinceras decidiram não sair das nossas cabeças, pés, e corações. Você se entrega: “Where are your friends tonight? Where are your friends tonight?”. Estava aí, em 5 palavras das mais simples, o zeitgeist que o Billy Corgan falhou em descobrir em um disco inteiro. E eu te pergunto, poderia ser diferente?
…na verdade um mix cd, mas com 2 lados definidos e até uma bonus track. da idéia inicial até a gravação foram quase 4 meses de muito vasculhar nos meus arquivos (musicais e sentimentais). 20 músicas, 10 de cada lado, mais bonus track. 19 artistas diferentes. estou orgulhoso dela. mas ninguém faz mixtape para si mesmo, faz?
21 MADE UP LOVE SONGS
uma compilação por Livio Vilela
LADO A “Wouldn’t it be nice?”, The Beach Boys “She’s got you high”, Mumm-Ra “Made up love song #43″, Guillemots “O mais vendido”, Mombojó “Do you realize?”, The Flaming Lips “You’re so great”, Blur “Dirty version”, Voxtrot “Sleeping lessons”, The Shins “505″, Arctic Monkeys “I want you (she’s so heavy)”, The Beatles
LADO B “You got the silver”, The Rolling Stones “Should’ve been in love”, Wilco “I want you”, Bob Dylan “Firecracker”, Ryan Adams “You really got me”, The Kinks “12:51″, The Strokes “Heroes”, David Bowie “Starring at the sun”, TV On the Radio “Deixe-se acreditar”, Mombojó “Young folks”, Peter, Björn & John featuring Victoria Bergsman
Vindo de dois álbuns que insistiam em algum experimentalismo para realçar a força das melodias de Jeff Tweedy, o Wilco de “Sly Blue Sky” aparece sóbrio e, como sempre, dolorosamente belo.
“Sky Blue Sky” é trilha perfeita para esse outono. É música para um domingo à noite depois de uma fim de semana agitado. Verão? Deixa o verão para mais tarde. O álbum traz as mesmas referências uqe fizeram do Wilco uma das bandas mais bacanas de sua geração. Estão aqui: o country-rock, o folk, o blues, as pitadinhas de rock alternativo (R.E.M. e Replacements), o power pop e até um pouco de soul. Jeff Tweedy é gênio, e isso não é só um clichê, como também a mais pura verdade. Tweedy tem o dom de escolher as palavras exatas, as vírgulas corretas e pontos finais precisos para descrever tanto esse sky blue sky quanto nosso heart confused heart. E nas poucas vezes que lhe falta palavras, sobra-lhe melodias. E os melhores solos de guitarra, desde que inventaram solos de guitarra.
O que mais eu preciso nesse outono além de um bom solo de guitarra?
O Outono sempre foi minha estação preferida: sem chuvas, sem calor, sem frio e sem os insetos irritantes da primavera. Ok, faz nenhum sentido falar em outono nesse calor infernal que está fazendo aqui no Rio. Mas eu cresci em Passa Quatro, e lá falar de outono e das outras estações faz pelo menos um pouco de sentido. Se o clima não muda, aqui dentro imperam revoluções. Se os excessos do verão me confundem um tanto, no outono fica tudo bem mais claro. O que é complicado continua complicado, porém se sabe peplo menos o porquê dessa complicação e confusão toda.
Nesse “Sly Blue Sky” não há muito espaço para o cinza das nuvens e da confusão. As melodias e os pensamentos fluem claros, sem escapatória pro coração. Depois de muito esconde-esconde do sol e de tudo, o que resta é escolher o lugar e a palavra (que parecem) certos.
Adeus confusão, o Outono chegou.
********************************************** 5 músicas para esse outono
“Impossible Germany”, Wilco:
“Uma Alemanha impossível,
Um Japão improvável.
É para isso que o amor serve.
Para nos por num lugar
belo e sozinho
cara a cara”.
A melhor faixa de “Sky Blue Sky” não precisava ter uma letra assim. Mas tem. Ela não precisava ter o melhor solo de guitarra desde “At least that’s what you said” (do prórpio Wilco), mas tem. Ela não deveria ser meu hitzão do outono. Mas é.
“The Golden Age”, Beck: Essa é o outono inteiro em uma única canção. Do disco triste do Beck, “Sea Change”. “Put you hands on the wheel / let the golden age begin”. Eu obedeço.
“Notice”, Gomez: O Gomez pode não ser uma grande banda para discos (“Bring It On”, melhor da banda ainda passa longe da perfeição), mas não há como negar que eles sempre colocam umas 3 ou 4 canções fantásticas em cada um deles. “Notice” é uma das três de “How We Operate”, de 2006 (as outras, “Girlshappedlovedrug” e “Charlie Patton songs”) e desde da primeira nota me nocauteou sem muita explicação. Acontece como aconteceu deles te fazerem perder a cabeça por aquela “Tijuana Lady” do “Bring It On”. No caso de “Notice”, eles te fazem perder a cabeça por uma garota que não percebe o que acontece ao seu redor, nem as mentiras que contam pra ela. Acontece.
“Dirty Version” , Voxtrot:
B-side da banda nova prefira da casa, então, coisa séria. Balada lo-fi conduzida por um violão preguiçoso, noises de guitarra e teclado tão sutis que parecem coisa da sua imaginação, além de uma voz feminina mais preguiçosa e sutil que o resto da faixa. “Eu vou de leste à oeste nesse lugar / Meus pés nos seus passos / Gritando mais alto do que um tiro / Eu ainda não terminei com você”. Como disse, coisa muito séria.
“Parisian Skies”, Maxïmo Park:
Punk magoado com pé no freio e letra construída com várias rimas estranhas. Parece pouco, mas me pegou de jeito. Pecado mundando que fecha o disco novo do Maxïmo Park, banda de punk magoado com pé no freio e letras construídas com várias rimas estranhas. Viciante e sem sentido como o Maxïmo Park.
Os 70 discos que importam na minha vida em 15de março de 2007, às 23:20. Eu tenho certeza que cometi algumas injustiças na ordem. Foda-se. Ta aí.
01) “Ok Cumputer”, Radiohead (1997)
02) “Loveless”, My Bloody Valentine (1991)
03) “Pet Sounds”, The Beach Boys (1966)
04) “The Queen Is Dead”, The Smiths (1986)
05) “Achtung Baby”, U2 (1991)
06) “A Rush Of Blood To The Head”, Coldplay (2002)
07) “Abbey Road”, The Beatles (1969)
08) “Gold”, Ryan Adams (2001)
09) “(What’s The Story) Morning Glory?”, Oasis (1995)
10) “If You’re Feeling Sinister”, Belle And Sebastian (1996)
11) “Ventura”, Los Hermanos (2003)
12) “The Beatles”, The Beatles (1968)
13) ”The Bends”, Radiohead (1995)
14) “Yankee Hotel Foxtrot”, Wilco (2002)
15) “Let It Bleed”, The Rolling Stones (1969)
16) “Logic Will Break Your Heart”, The Stills (2003)
17) “Entertainment!”, Gang Of Four (1979)
18) “Technique”, New Order (1989)
19) “London Calling”, The Clash (1979)
20) “Parklife”, Blur (1994)
21) “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, The Beatles (1967)
22) “Closer”, Joy Division (1980)
23) “Low”, David Bowie (1977)
24) “Heartbreaker”, Ryan Adams (2000)
25) “The Smiths”, The Smiths (1984)
26) “Bloco Do Eu Sozinho”, Los Hermanos (2001)
27) “Grace”, Jeff Buckley (1994)
28) “Heaven Up Here”, Echo And The Bunnymen (1981)
29) “Goo”, Sonic Youth (1990)
30) “Is This It?”, The Strokes (2001)
31) “The Velvet Underground And Nico”, The Velvet Underground (1967)
32) “Definitely Maybe”, Oasis (1994)
33) “The Dark Side Of The Moon”, Pink Floyd (1973)
34) “Kid A” Radiohead (2000)
35) “Remain In Light”, Talking Heads (1980)
36) “Dois”, Legião Urbana (1986)
37) “Pinkerton”, Weezer (1996)
38) “Transatlanticism”, Death Cab For Cutie (2003)
39) “Lapalco”, Brendan Benson (2002)
40) “Slanted And Enchanted”, Pavement (1992)
41) “Heroes”, David Bowie (1977)
42) “The Clash”, The Clash (1977)
43) “Power, Corruption And Lies”, New Order (1983)
44) “Odelay”, Beck (1996)
45) “Clube Da Esquina”, Milton Nascimento E Lô Borges (1972)
46) “Funeral”, The Arcade Fire (2004)
47) “Nevermind”, Nirvana (1991)
48) “Smile”, Brian Wilson (2004)
49) “Tropicália”, Vários (1968)
50) “New Adventures In Hi-Fi”, R.E.M. (1996)
51) “Siamese Dream”, The Smashing Pumpkins (1993)
52) “War”, U2 (1983)
53) “Turn On The Bright Lights”, Interpol (2002)
54) “The Man Who”, Travis (1999)
55) “Who’s Next”, The Who (1971)
56) “Unknown Pleasures”, Joy Division (1979)
57) “Low-life”, New Order (1985)
58) “Blonde On Blonde”, Bob Dylan (1966)
59) “Either/Or”, Elliott Smith (1997)
60) “Hunk Dory”, David Bowie (1971)
61) “Exile On Main Street”, The Rolling Stones (1972)
62) “Revolver”, The Beatles (1966)
63) “You Could Have It So Much Better”, Franz Ferdinand
64) “Parachutes”, Coldplay (2000)
65) “Psychocandy”, The Jesus And Mary Chain (1985)
66) “Return To Cookie Mountain”, TV On The Radio (2006)
67) “II”, Led Zeppelin (1969)
68) “Violator”, Depeche Mode (1990)
69) “Viva Hate”, Morrissey (1988)
70) “The Head On The Door”, The Cure (1985)
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